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Continue lendo →: Crédito com garantia: a onda que ninguém quer perderJosé é um veterano da indústria de empréstimo pessoal sem garantia. No começo do século, criou um negócio de empréstimos via cartões de crédito no Nodeste do país. Com a posterior avalanche de crédito alavancada pelos bancos digitais, os inevitáveis estragos dessa exuberância e os avanços regulatórios para financiamento com…
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Continue lendo →: IA, guerra, inflação: Os riscos do crédito privado em 2026, segundo a Moody’sPara aqueles que estão atentos ao juro brasileiro na máxima em 20 anos, pode ser oportuno revisar um relatório da Moody’s. De acordo com a agência de classificação de risco, pelo menos seis riscos rondam o mercado de crédito privado em 2026 globalmente. Esses exemplos ressaltam apenas uma seleção de…
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Continue lendo →: Bula para investir em crédito privado será mais longa em 2026Muitos relatórios sobre cenários para investimentos em crédito privado em 2026 já estavam prontos em meados de novembro passado. Vários deles falavam de um cenário positivo, diante do ciclo cadente de juros nos Estados Unidos, já em andamento, tendência que poderia começar no Brasil logo em seguida. Porém, desde então,…
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Continue lendo →: O que será do crédito privado em 2026Juros em queda, corrida presidencial, novos produtos, consolidação, mudanças tributárias, regulador enfraquecido, pressão por melhor governança. Em 2026, o mercado do crédito privado ainda deve preservar chances de rentabilidade atrativa, mas o investidor precisará estar atento a um universo mais amplo de variáveis se quiser aproveitar oportunidades sem ter que…
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Continue lendo →: Crescimento ou consolidação? Em 2026, o mercado de FIDCs deve ter os doisNa economia e nas finanças, o mercado costuma revezar ciclos de crescimento e de consolidação. Porém, a indústria brasileira de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) parece caminhar com os dois movimentos acontecendo simulntaneamente. Os FIDCs marcharam firme em 2025, superando R$ 820 bilhões em patrimônio no começo de…
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Continue lendo →: Vem consolidação aí? Novas regras de capital e Master vão pressionar financeiras, diz AcrefiAs consequências da quebra do Banco Master e o endurecimento das regras de capital para bancos vão pressionar as instituições especializadas em financiamento ao consumo, podendo levar a uma consolidação no setor a partir de 2026. O recado é da diretora-executiva da Acrefi (Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento…
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Continue lendo →: O que o mercado de FIDCs pode aprender com as baratas de Wall StreetOs fundos de direitos creditórios (FIDCs) estão voando no Brasil. Segundo dados mais recentes da plataforma Uqbar, o estoque de ativos do setor chegou a inéditos R$ 815,5 bilhões em novembro, crescendo na contramão do mercado mais amplo de crédito privado em 2025. Muitos nessa indústria já fazem contagem regressiva…
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Continue lendo →: Mortalidade de empresas no Brasil vai cair com duplicata escritural, diz CFO da AsaasAs duplicatas escriturais, que estreiam oficialmente no começo de 2026, vão ajudar a diminuir o índice de mortalidade das empresas no Brasil. A previsão é de João Vitor Possamai, CFO do portal de gestão para empresas pequenas e médias Asaas. “Hoje não conseguimos reduzir a dor das empresas do jeito…
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Continue lendo →: Duplicata e crédito com lastro em previdência devem escalar em 2026, diz CEO da NúcleaA duplicata escritural e a previdência privada como garantia para financiamento devem ser dois gatilhos para expandir o crédito no Brasil. Porém, tanto bancos quanto para o mercado de capitais essas operações só devem ganhar tração na segunda metade de 2026, diz o diretor-presidente da provedora de infraestrutura de mercado…
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Continue lendo →: Tokenização de crédito privado avança rumo ao trilhão no Brasil, cria otimismo e assombroUm misto de otimismo e inquietação vem acompanhando participantes do crédito privado no Brasil, à medida que marcham rumo ao que vêem como inevitável tokenização total dos ativos. Em jogo, estão cifras que prometem ser trilionárias no espaço de poucos anos. Só o mercado tradicional de FIDCs, o mais ativo…
